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Nº 31 - outubro/2003 – (71) 370-7139/370-7073 Fax 370-4093

Emiliano convida para lançamento do livro que conta como o grupo Clamor enfrentou as ditaduras do Cone Sul

O deputado Emiliano José convida para lançamento do livro “Clamor, a vitória de uma conspiração brasileira”, da autoria do jornalista Samarone Lima. Dia 24 de outubro, sexta-feira, 19hs, no Mosteiro de São Bento, com direito a um singelo coquetel, se chegar cedo, e à projeção do site www.emilianojose.com.br

Em "Clamor – a vitória de uma conspiração brasileira” o jornalista Samarone Lima resgata a história de uma ação política heróica, surgida numa minúscula sala da cúria de São Paulo. A emocionante trajetória de um grupo fundado, em 1977, pelo advogado Luiz Eduardo Greenhalgh (hoje, deputado federal do PT), a jornalista inglesa Jan Rocha e o pastor da Igreja Anglicana Jaime Wright, e com o apoio integral do cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. As iniciativas audaciosas de uma equipe que, ao longo de dez anos de luta, atravessou fronteiras e estendeu, da América do Sul à Europa, uma fantástica rede de solidariedade. Das pequenas tarefas cotidianas que tentavam amenizar as dificuldades dos que tiveram suas vidas destruídas, à participação em casos de repercussão mundial, principalmente de tentativas de localizar crianças desaparecidas, como Anatole e Vicky.

Samarone Lima tem 34 anos. Jornalista formado pela Universidade Católica de Pernambuco, fez mestrado no Programa de Integração da América Latina (Prolam), da Universidade de São Paulo (USP), em 2000, com a pesquisa sobre o Clamor. Atuou em vários veículos de comunicação como o Diário de Pernambuco (PE) ; Jornal do Commercio (PE); Jornal O São Paulo (SP); Agência Ecumênica de Notícias (Agen) e a Revista Veja. Foi professor da Universidade Católica de Pernambuco em 2000 e 2001.Em 2002, trabalhou para o Unicef, ajudando a criar e desenvolver o projeto de comunicação da Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA), um espaço da sociedade civil que reúne mais de 800 entidades em 11 estados do Brasil. Atualmente mora no Recife. Em 1998, publicou seu primeiro livro intitulado “Zé”, a história do dirigente da Ação Popular (AP), José Carlos da Mata Machado, barbaramente torturado e assassinado na prisão.

O PEQUENO GRUPO DE GRANDES AÇÕES

Batizado com um nome que tinha o mesmo significado em português, inglês e espanhol ("bradar em voz alta"), o Clamor se consagrou por ser extremamente organizado, agindo com mobilidade e rapidez. Os integrantes tinham a audácia e a leveza necessárias para atravessar muros de prisões, levar palavras de apoio, esperança, luz onde havia escuridão. Uma iniciativa de bravura, determinação e solidariedade, baseada na "teologia das brechas" — como definia o pastor Jaime Wright. Para ele, o grupo estava sempre ocupando as brechas e lacunas deixadas pelas ditaduras, misturando ousadia, criatividade e uma percepção aguçada das oportunidades para denunciar as violações de direitos humanos.

A primeira denúncia do Clamor foi a de um caso que se tornou célebre no final dos anos 70: o seqüestro da uruguaia Lílian Celiberti, em Porto Alegre, levada do Brasil para o Uruguai em condições misteriosas, junto com o marido , os dois filhos e o refugiado Universindo Diaz. A rápida atuação do Clamor impediu que Lílian e Universindo fossem mortos, e fez com que as crianças fossem rapidamente devolvidas aos familiares. O grupo paulista acionou uma grande rede de entidades de defesa dos direitos humanos e o desaparecimento dos uruguaios, em pleno território brasileiro, teve grande repercussão na imprensa mundial e principalmente na imprensa nacional, no clima de mobilização pela Anistia, que tomava conta do Brasil.

Anatole E Vicky

Vinte e seis de setembro de 1976. Uma casa em Buenos Aires é subitamente cercada por grande aparato militar. Nela, estão os uruguaios Mário Cáceres e Victoria Grisonas, militantes do partido Victoria del Pueblo, e seus filhos, Anatole, de quatro anos, e Vicky, de apenas um ano. Em poucos instantes, a casa é invadida. Mário e Victoria são assassinados. Anatole e Vicky desaparecem levados pelos militares. Qual será o seu destino?

Cenas como esta se multiplicavam pelos países do Cone Sul durante os anos 70 e início dos anos 80. No Brasil, algumas pessoas ousaram desafiar o regime de opressão, fundando o Clamor – o grupo que ajudou a localizar crianças desaparecidas, filhas de militantes políticos que tinham sido mortos, ou eram perseguidos pelas ditaduras militares da Argentina, Chile e Uruguai.

Numa operação de grande risco, o grupo, com o apoio do jornalista Ricardo Carvalho, entrou em terras chilenas, conseguiu barrar uma adoção e conquistou um grande trunfo para denunciar o seqüestro de crianças no Cone Sul. No dia 1.º de junho de 1979, menos de um ano depois do seu surgimento, o Clamor conseguiu uma proeza. Foi tema de reportagem dos principais meios de comunicação do mundo. A história de Anatole e Vicky foi contada pela própria avó, para mais de 50 jornalistas de vários países, que se acotovelaram na Cúria de São Paulo. Haviam se passado três anos, cinco meses e 25 dias desde a fuzilaria em Buenos Aires. Anatole estava com sete anos e sua irmã tinha quatro.

Felipe e Maria Eugênia

A repercussão do caso das crianças uruguaias ajudou o Clamor em outras ações vitoriosas do grupo como a dos refugiados Oscar Gatica e Ana Maria Caracoche que sobreviveram às atrocidades da ditadura argentina e moravam em São Paulo. Desde 1977, os dois conviviam com a angústia do desaparecimento dos filhos Felipe e Maria Eugênia, seqüestrados por militares argentinos ainda bebês.

Em 1984, Oscar e Ana, conseguiram localizar e reaver o direito de criar Felipe. No ano seguinte, Maria Eugênia, que estava sendo criada por um militar da repressão, foi devolvida à sua família de origem. A exemplo de seu irmão, a garota de oito anos rapidamente se adaptou à nova realidade. Ana, muito tempo depois, atribuiria o sucesso de toda a ação ao que ela chamou de uma "tríplice comunhão" — a combinação mágica de teimosia, solidariedade e fé.

OS FUNDADORES DO CLAMOR

Jan Rocha, jornalista inglesa, denunciava as torturas

Quando veio pela primeira vez ao Brasil, em 1964, Jan Rocha tinha 36 anos e chegou ao país pelo serviço de voluntariado das Nações Unidas. Não presenciou nada de espetacular, pois os militares tomaram o poder do presidente eleito, João Goulart, praticamente sem encontrar resistência. Passou um ano no Rio de Janeiro, e outro descobrindo a Amazônia. Retornou ao seu país, mas não esqueceu o Brasil. Voltou em 1969, casou-se com o advogado Plauto Tuiuti da Rocha, tiveram dois filhos e fixou-se em São Paulo, onde reside até hoje.

Em 1969, a ditadura estava em seu apogeu, com a engrenagem cruel da tortura arrancando nomes, endereços e telefones de militantes políticos clandestinos, guerrilheiros urbanos e até mesmo de simpatizantes da resistência. No final de 1973, Jan tornara-se correspondente internacional da BBC de Londres e depois do jornal The Guardian. Com excelente relação com a Anistia Internacional, escrevia freqüentemente grandes reportagens sobre a violação dos direitos humanos no Brasil. Em 1976, após o golpe militar da Argentina,começaram a lhe chegar informações de que a ditadura encontrara uma nova forma de enfrentar a militância de esquerda — além de torturadas e presas, como acontecera até então no Uruguai e Chile, as pessoas agora desapareciam.

Jan começou a recolher depoimentos de refugiados políticos sobre as atrocidades cometidas pelas ditaduras. Os primeiros relatos impactaram-na de tal forma, que ela decidiu manter contato permanente com os refugiados. Seu endereço era repassado aos que estavam chegando, gente de todo o Cone Sul. Eram pessoas aterrorizadas, geralmente com identidade falsa, temendo a perfeita articulação das polícias repressivas dos diferentes países. Jan pensava em reunir um grupo para ajudá-las. Pessoas dispostas a colaborar das mais diferentes formas, desde arranjar-lhes moradia, até conseguir médicos, roupas, remédios. Acima de tudo, um grupo para denunciar internacionalmente as atrocidades que estavam ocorrendo e, assim, tentar salvar vidas.

Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado, defendia presos políticos

O escritório de advocacia de Luiz Eduardo Greenhalgh, em São Paulo, já era uma referência entre os familiares de presos políticos brasileiros. Para lá se dirigiam quando alguém "caía", expressão utilizada para indicar que alguém fora preso. A ditadura brasileira organizou a repressão em 224 locais de tortura, espalhados em todo o território nacional. Os presos ficavam à mercê das equipes de torturadores, pois 84% das "quedas" (6.256 casos) não chegavam a ser comunicadas ao juiz. Nessas circunstâncias, entrar em contato com um advogado era fundamental. Primeiro para tentar descobrir para onde a pessoa fora levada. Depois, para tentar livrá-la da tortura.

Nesta guerra contra o tempo, cada minuto era importante e poderia evitar até mesmo a morte. Para os presos e seus familiares, advogados, como Greenhalgh, desempenhavam de certa forma uma função "humanitária". No final de 1976, Greenhalgh começou a perceber uma mudança no perfil de sua clientela. Crescera sensivelmente o número de pessoas que falavam castelhano. Pouco a pouco, esses refugiados passavam seu endereço e telefone para outros que chegavam, e muitos passaram a procurá-lo. Suas histórias eram bem semelhantes às dos que chegavam à casa de Jan Rocha.

Em meio aos refugiados, sobressaíam aqueles que viveram o terror de um dos Centros de Detenção. Seus relatos eram pavorosos e havia em seus olhos uma expressão indefinida. Pareciam atravessados pela morte. Greenhalgh logo se empenhou para auxiliar a nova clientela. Sua primeira providência foi contratar um despachante que pudesse encaminhar pedidos de permanência no Brasil e junto com Jan e Wright fundou o Clamor. Atualmente, Luiz Eduardo Greenhalgh é o Presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação da Câmara

O pastor Jaime Wright perdeu o irmão Paulo na tortura

Pastor da Igreja Anglicana, filho de missionários norte-americanos, desde o golpe de 1964, Jaime engajara-se numa vertiginosa luta na defesa dos direitos humanos. Naqueles anos difíceis, ele vinha ajudando a consolar famílias, enviar denúncias ao exterior, e estruturar entidades que lutavam contra as atrocidades cometidas pela ditadura militar. Em sua visão ecumênica do trabalho religioso, estava a cada dia mais próximo de dom Evaristo Arns, arcebispo da Arquidiocese de São Paulo.

Dom Paulo e Wright tinham em comum a preocupação com a violação de direitos humanos, mas tornaram-se mais cúmplices, quando um drama pessoal atingiu Jaime. Em setembro de 1973, seu irmão Paulo Wright, dirigente da organização revolucionária Ação Popular (AP), foi preso num subúrbio de São Paulo. Seguindo o exemplo da maior parte dos familiares de presos políticos, após o desaparecimento de Paulo, Jaime foi pedir ajuda a dom Arns. Nunca conseguiram descobrir seu paradeiro. Quando foi procurado por Jan e Greenhalgh, em 1976, imediatamente se juntou aos dois e criaram o Clamor. Jaime ganhou nova força para lutar. Para ele, cada vida que salvasse era uma homenagem ao irmão, vítima da máquina de tortura dos militares brasileiros. Jaime Wright morreu em 29 de maio de 1999.

Dom Paulo Evaristo Arns, o “cardeal subversivo”

Em 1977, o arcebispo de São Paulo, dom Evaristo Arns recebeu em seu gabinete o Clamor, o pequeno grupo formado pela jornalista inglesa, pelo advogado brasileiro e pelo pastor anglicano. O encontro tinha um objetivo: conseguir o apoio da Igreja Católica para uma ação que mobilizasse a opinião pública internacional para as atrocidades cometidas pelas ditaduras do Cone Sul. Arns vivia às turras com a ditadura e dar apoio a um grupo com esse perfil era mais do que natural na trajetória do religioso. Depois de elogiar o nome escolhido pelo grupo, ouvir algumas explicações e fazer algumas perguntas, imediatamente "o cardeal subversivo", como era chamado pelos militares, decidiu apoiar a iniciativa.

Em janeiro de 1983, o papa João Paulo II foi pego de surpresa em uma audiência, na biblioteca da Santa Sé. O que seria um simples encontro com o cardeal-arcebispo de São Paulo, tornou-se um fato político que remexeu em velhas feridas, dentro da própria Igreja. Dom Paulo entrou na biblioteca com dois volumes encadernados. Na capa, um desenho estilizado pela design escocesa Annie Hall, que havia muitos anos vivia no Brasil, e o título em espanhol e inglês — Desaparecidos em la Argentina / Disappeared in Argentina . Do lado direito da capa, uma vela acesa por detrás das grades, símbolo do Clamor. No prefácio da publicação, dom Paulo afirmava que era necessário "dar público conhecimento da realidade", não apenas para que as pessoas ficassem horrorizadas. Pedia uma firme disposição de fazer o que fosse possível para que "essa ignomínia" jamais se repetisse nos países do Cone Sul. Ao final do texto, o cardeal afirmava que a solidariedade e a defesa dos direitos humanos eliminaram todos os tipos de fronteiras — geográficas, políticas, ideológicas, religiosas, econômicas e sociais.


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