Emiliano
é professor de Comunicação
Emiliano
José é professor licenciado da
Faculdade de Comunicação (FACOM)
da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde,
em 1999, defendeu a tese “A Constituição
de 1988, as reformas e o jornalismo de campanha”,
tornando-se doutor em Comunicação
e Cultura Contemporâneas. Já foi
vice-presidente do PT da Bahia exerceu a presidência
em 2005 e faz parte do Diretório Nacional
(2006). Já integrou a assessoria política
do ministro Waldir Pires, quando este exerceu
seu mais recente mandato de deputado federal
pelo PT baiano.
Emiliano
publicou sete livros
 |
| Emiliano,
ao lado de padre Renzo, recebe cumprimentos
durante o lançamento do seu último livro,
"As asas invisíveis do padre Renzo",
em Salvador - 2/08/2002 |
É
escritor, tendo lançado os seguintes
livros:
“Lamarca, o Capitão da Guerrilha”,
em parceria com o jornalista Oldack de Miranda,
pela Global Editora (SP), em 1980, atualmente
(2006) na 17ª edição;
“Narciso no Fundo das Galés - Combate
Político através da Imprensa”,
em 1992, pela Editexto(BA);
“Imprensa e Poder: Ligações
Perigosas”, em 1995, pela Edufba(BA)/Hucitec(SP);
“Marighella – o Inimigo Número
Um da Ditadura Militar", em 1997, pela
Editora Sol & Chuva/Casa Amarela-SP, na
2º edição;
“Galeria F – Lembranças do
Mar Cinzento", em 2000, pela Editora Casa
Amarela (SP);
“As Asas Invisíveis do Padre Renzo",
em 2002, pela Editora Casa Amarela (SP). Esta
obra foi traduzida para o italiano pela Editora
San Paolo, com o título “Don Renzo
Rossi: un prete fiorentino nelle carceri del
Brasile e lançada em 2003 na Itália
pelo governo da Província de Firenze.
Em 2003 publicou “Galeria F, Lembranças
do Mar Cinzento”, Parte II (Casa Amarela-SP).
Está escrevendo, agora em 2006, “Galeria
F, Lembranças do Mar Cinzento, Parte
III”, cujos capítulos estão
sendo disponibilizados neste site.
Emiliano
é jornalista militante
 |
| Cartaz
do filme "Lamarca", lançado em 1993,
baseado no livro de Emiliano |
Emiliano
publica sempre artigos opinativos e reportagens
em revistas e jornais baianos e nacionais. Integra
o Conselho de Redação da revista
Teoria e Debate, da Fundação Perseu
Abramo. Participou ativamente da campanha que
elegeu Luis Inácio Lula da Silva, presidente
do Brasil, em outubro de 2002. Defende ardorosamente
o Governo Lula e suas conquistas sociais. Defende
a reeleição do presidente Lula.
SUA
HISTÓRIA
Líder
estudantil e revolucionário
Emiliano
trabalha desde os 14 anos. Por oito anos foi bancário.
Viveu intensamente o movimento estudantil secundarista
na década de 60 em São Paulo. Foi
um dos diretores da União Brasileira dos
Estudantes Secundaristas (UBES) e pertenceu à
Ação Popular, organização
revolucionária que enfrentou a ditadura
militar de 1964. Com a edição do
AI-5, em dezembro de 1968, perseguido, tornou-se
clandestino e acabou preso na Bahia no início
dos anos 70. Saiu da prisão quatro anos
depois, em liberdade condicional.
Um
jornalista combativo
 |
| Jornalista,
a partir dos anos 70, trabalhando em grandes
veículos de comunicação do Brasil |
Começou
a carreira jornalística na Tribuna da
Bahia, passou pelo Jornal da Bahia, O Estado
de S. Paulo, O Globo, e pelas revistas Afinal
e Visão. Foi um ativo integrante da imprensa
alternativa nos tempos da ditadura. Colaborou
com os jornais: Opinião, Movimento e
foi um dos fundadores do Em Tempo. Em 1977,
no jornal alternativo baiano INVASÃO,
que desafiava a ditadura militar, assinou uma
reportagem com o título Chumbo Neles,
em que denunciava a contaminação
dos operários da Cobrac (Santo Amaro
da Purificação) por chumbo. Em
2005, 28 anos depois, ao acompanhar jornalistas
franceses à “cidade mais poluída
por chumbo do mundo”, encontrou um exemplar
pregado na parede da Associação
das Vítimas Contaminadas por Chumbo,
Cádmio, Mercúrio e Outros Elementos
Químicos (AVICCA). Leia reportagem neste
site. Atualmente, escreve artigos, resenhas
e ensaios para a revista Caros Amigos e A Tarde.
Um
defensor dos direitos
 |
| Encontro
com os trabalhadores de Uauá, interior da
Bahia, em 1988: compromissos de deputado estadual |
Emiliano
foi deputado estadual (1988/1989) pelo PMDB, defendeu
o Governo Democrático do governador Waldir
Pires e destacou-se na Assembléia Constituinte
Estadual da Bahia por defender a liberdade religiosa,
o ensino público, gratuito e de qualidade,
o controle externo do Poder Judiciário
e a reforma agrária. Apresentou 315 emendas
à Constituinte Estadual e teve 60 delas
aprovadas Dedicou seu mandato às causas
dos bairros populares de Salvador. Propôs
e aprovou o usucapião urbano coletivo,
ampliando as possibilidades das populações
mais pobres regularizarem suas residências.
Foi eleito, pela imprensa, o melhor deputado em
Plenário no ano de 1989.
Emiliano,
Cidadão de Salvador
 |
| Recebendo
o título de Cidadão de Salvador, em 1996 |
Ocupou
o cargo de Superintendente Adjunto do INCRA, na
Bahia, e foi Diretor de Pesquisas da Assembléia
Legislativa da Bahia. Foi homenageado pela Câmara
Municipal com o título de Cidadão de Salvador,
em novembro de 1996, por proposta da então vereadora
Yolanda Pires e da bancada do Partido dos Trabalhadores.
Emiliano,
vereador de Salvador
 |
| Ao
lado do bispo Dom Gílio e do deputado
federal Luís Alberto, durante o Dia Nacional
da Consciência Negra, em 20/11/2001 |
Foi
eleito com 7.249 votos para a Câmara Vereadores
de Salvador, capital da Bahia, em 2000. Como vereador,
foi o Líder da Bancada do PT no primeiro
ano de mandato (2001). Dedicou-se à defesa
dos direitos dos trabalhadores, do funcionalismo
público municipal, estadual e federal,
sendo presença constante nas greves e mobilizações
de estudantes, professores e funcionários,
nas reuniões de bairro e nas iniciativas
culturais inovadoras. Trouxe para a Bahia a luta
pelos direitos dos taxistas, ameaçados
de extinção por um projeto de lei
federal e empenhou-se nas jornadas para salvar
o Instituto Baiano de Reabilitação
(IBR) da falência, ajudando milhares de
portadores de deficiência física
a garantir seus direitos. Por sua atuação,
teve seu mandato destacado pela imprensa local
e nacional.
Perseguido
pelos donos do poder
Mesmo
antes de tomar posse como vereador, foi processado
pelo prefeito de Salvador, Antônio Imbassahy
(PFL). Emiliano descobriu, denunciou e provou
a existência de um duto que levava dinheiro
da Prefeitura e do Estado para os cofres das empresas
da família ACM. A denúncia do dinheiroduto,
em 2001, também incomodou o ex-governador
César Borges e o senador e empresário
ACM Júnior. Os dois - um em nome do governo,
o outro em nome da TV Bahia – processaram
Emiliano. A Justiça, no entanto, rejeitou
todas as queixas, uma a uma.
Em 2005, o governador Paulo Souto entrou com queixa-crime
no Tribunal de Justiça contra o deputado
Emiliano José (PT). O despropósito
foi motivado por uma simples representação
do deputado, ao Ministério Público
Estadual, denunciando irregularidades na dívida
pública da Bahia, com base em relatório
do Tribunal de Contas do Estado. A lei permite
que o Estado utilize até 11,5% da Receita
Líquida para pagamento de dívidas,
mas o governo já chegou ao patamar de 16,5%.
Paulo Souto sentiu-se pessoalmente “ofendido
e caluniado”, daí a estranha queixa-crime
protocolada pela Procuradoria Geral do Estado.
Nem a ditadura ousou cercear o direito de um parlamentar
fiscalizar contas públicas.
.
Emiliano,
deputado estadual pelo PT
 |
| Emiliano
participa do II Encontro O Negro na Universidade
- O direito à inclusão,
nos dias 27 e 28 de maio de 2003, ao lado
do embaixador João Almino, diretor
do Instituto Rio Branco |
Emiliano
exerce (2003-2006) o mandato de deputado estadual,
na Assembléia Legislativa da Bahia. Obteve
25.691 votos na eleição de 6 de
outubro de 2002, triplicando sua votação
em apenas dois anos. Em 2003 e 2004 foi presidente
da Comissão Especial para Assuntos da Comunidade
Afro Descendente – CECAD.
Afirmação do povo negro da Bahia
Como
presidente da CECAD, dá então seqüência
a uma trajetória identificada com a causa
negra. Como deputado constituinte, em 1989, fez
constar na Constituição da Bahia
o artigo 275, fixando como dever legal do Estado
a garantia da integridade e da preservação
dos valores da religião afro-brasileira.
Como vereador de Salvador dedica-se novamente
à causa negra. Chama a Câmara para
o 25 de Maio – Dia Nacional da Unidade Africana,
em sessões memoráveis.
Volta
sua atenção para questões
vinculadas à saúde, mercado de trabalho,
educação, cultura, quilombos, arte
e religião do povo afrodescendente. Apresenta
o projeto de lei para combater a anemia falciforme,
com apoio da ABADFAL; combate a intolerância
religiosa solidarizando-se com o Terreiro Unzo
Tubenci, atacado por fanáticos. É
distinguido com uma guia de Kavungo pela Mameto
de Inkisse Lemba Mochi. Promove audiências
públicas, entre as quais sobre “Os
40 anos da União Africana – Desafios
e Perspectivas”, com a Fundação
Palmares, outra sobre “O Negro na Educação”,
no bairro do Uruguai. Celebra os “21 anos
do Grupo Cultural Okánbi”, no Engenho
Velho de Brotas e debate a “Discriminação
Racial” no Instituto Daniel Comboni, no
Alto do Coqueirinho, com religiosos africanos.
Divulga o documento “Rastro da Violência”,
do Observatório da Violência, que
revela a alta incidência da população
negra nos registros de mortes violentas, desmente
o marketing governamental e mostra Salvador como
cidade racista.
A CECAD leva o debate aos moradores da Palestina,
com o presidente da Associação,
José Antônio de Souza. Celebra os
30 anos do Ilê Aiyê em Audiência
Pública no Museu Eugênio Leal. Propõe
Projeto de Resolução para transformar
a CECAD em Comissão Permanente da Assembléia
Legislativa. Representa o parlamento no “Seminário
de Políticas Públicas” da
Fundação Palmares, e testemunha
acontecimento histórico: o encontro de
26 comunidades quilombolas com o candomblé
de Salvador, no Terreiro Unzo Katende Ye Dandaluunga,
de Mãe Benta Geringe, em Fazenda Coutos.
Em
outubro de 2003, assina como testemunha a Ata
de Tombamento do Bate-Folha. Em 17 de dezembro,
a Associação Cultural de Preservação
do Patrimônio Bantu (ACBANTU) homenageia
o deputado Emiliano José como destaque
na luta contra a intolerância religiosa.
Ao findar o ano, em pronunciamento na Assembléia,
Emiliano reafirma sua crença. “No
Brasil, a miséria tem cor. A exclusão
tem cor. O desemprego tem cor. As vítimas
da violência têm cor. A cor é
negra”.
Fiscalizando as contas públicas
Emiliano
defende a função constitucional
da atividade parlamentar. Deputado faz leis, fiscaliza
as contas do Poder Executivo e se torna porta-voz
das necessidades da população.
Em 2006, denunciou negociata bilionária
do grupo do senador ACM, que se apropriou de um
porto naval na Bahia com uso de recursos públicos.
A denúncia repercute na revista Carta Capital
e circula na Internet diante do silêncio
da grande mídia; representou ao Ministério
Público Estadual contra o governador Paulo
Souto, por desperdiçar dinheiro ao pagar
dívidas de forma exagerada e ilegal; denunciou
um caixa 2 na Bahiatursa, com mais de R$ 300 milhões
desviados; registrou prejuízos de R$ 846
milhões ao fundo de pensão dos funcionários
do Banco do Brasil (PREVI) causados pelo Complexo
de Sauípe, empreendimento apadrinhado pelo
grupo de ACM.
Entrou
com ação na Justiça e escreveu
ao Senado revelando que R$ 235 milhões
do Banco Mundial foram jogados fora com projetos
fracassados que deveriam financiar nosso semi-árido.
Protestou quando o governador Paulo Souto que
pretendia pedir emprestado mais US$ 54 milhões,
endividando mais ainda a Bahia.
É
possível aceitar que dinheiro público
financie a fábrica COTESI do prefeito de
Conceição do Coité? E os
R$ 90 milhões da CHESF repassados ao governo
da Bahia para revitalização do rio
São Francisco...onde está o dinheiro?
São perguntas que o deputado Emiliano faz
e por isso incomoda, é processado e até
xingado.
Também
denunciou o escândalo do BRADESCO que, depois
de “comprar” o BANEB, passou a assaltar
os salários dos servidores públicos.
Motivo de ação popular de Emiliano
na Justiça.
Diversos escândalos envolvendo prefeituras
administradas por aliados de ACM já chegaram
até o Ministério Público,
à Corregedoria Geral da União e
à imprensa baiana e nacional. A lista é
extensa: entre os denunciados estão os
prefeitos de Mucuri, Porto Seguro, Mata de São
João, Amargosa, Andaraí, Entre Rios,
Conceição do Coité e Boninal.
Também denunciou as negociatas promovidas
pela secretaria de fazenda do estado da Bahia,
através do então secretário
Alberico Mascarenhas, que fizeram uma dívida
fiscal das Lojas Arapuã cair de R$ 80 milhões
para R$ 1 milhão, lesando o erário.
Presidente
de Angola, Cidadão Baiano
Projeto
de Resolução da autoria de Emiliano
foi aprovado pela Assembléia Legislativa,
propondo o título de Cidadão Baiano
para o presidente de Angola, engenheiro José
Eduardo dos Santos. No dia 1º de Maio de
2005, o presidente da República de Angola
recebeu o título em Sessão Especial
na Assembléia. Como autor da proposta,
Emiliano proferiu o discurso oficial.
No mesmo dia, o presidente de Angola recebeu o
título Doutor Honoris Causa, da Universidade
Federal da Bahia. O deputado Emiliano, como autor
da Indicação, proferiu também
o discurso oficial, no Salão Nobre da Reitoria.
Emiliano afirmou que o engenheiro José
Eduardo dos Santos é conhecido no mundo
como o “arquiteto da paz”, por acabar
com a guerra civil que produziu um milhão
de vítimas, quatro milhões de refugiados,
100 mil mutilados e 50 mil órfãos,
e também por reconstruir seu país,
exercendo importante papel político e diplomático
na África.
Em defesa da agricultura familiar
Além
de criticar o governo Paulo Souto, por sucatear
deliberadamente a Empresa baiana de Desenvolvimento
Agrário –EBDA, o deputado Emiliano
José (PT), ao longo do mandato, defendeu
a agricultura familiar. Para homenagens da Sessão
Especial da Agricultura (04/12/2003) indicou o
nome do sindicalista e líder político
dos trabalhadores rurais de Teixeira de Freitas
e Extremo-Sul da Bahia, Manoel Messias Dias Vale
e apresentou Moção de Aplauso pela
eleição da agricultora baiana Elizângela
dos Santos Araújo para a presidência
da Federação dos Trabalhadores da
Agricultura Familiar (FETRAF-Brasil).
Emiliano José foi o conferencista sobre
a conjuntura política brasileira na abertura
do “I Congresso de Agricultura Familiar
da Bahia”, que reuniu de 14 a 16 de abril
de 2004, no ginásio de esportes do SESI
de Simões Filho, mais de 2.500 representantes
dos pequenos agricultores de todo o Estado. A
nova entidade – Federação
dos Trabalhadores da Agricultura Familiar –
FETRAF -, vinculada à CUT, nasceu com a
participação de 1.200 associações,
12 cooperativas de produção, cinco
cooperativas de crédito já constituídas,
oito cooperativas de crédito em processo
de fundação e pelo menos 146 sindicatos
de trabalhadores rurais (STRs) que apostaram no
fortalecimento de um novo sindicalismo rural.
O
que fez Emiliano na Assembléia?
-
Trabalhou intensamente para expandir e levar
a UFBA para o interior e defendeu mais recursos
para as universidades estaduais.
-
Foi presidente da Comissão para Assuntos
da Comunidade Afrodescendente (CECAD), dedicando-se
à luta contra o racismo.
-
Propôs projeto de lei criando o Plano
Estadual de Combate às Doenças
Falciformes (que afetam a raça negra).
-
Apresentou projeto de lei criando o Fundo Estadual
de Revitalização da Bacia Hidrográfica
do Rio São Francisco, para financiar
programas e projetos que promovam a revitalização
do rio, recuperação e racionalização
do uso das águas.
-
Projeto de lei proíbe extração
de espécies vegetais das matas ciliares
e caatingas da Bacia do Rio São Francisco,
especialmente para produção de
carvão.
-
Projeto de lei instituindo o Programa de Resgate
Histórico e Valorização
das Comunidades Remanescentes de Quilombos no
Estado da Bahia,
-
Projeto de lei para obrigar o fornecimento,
pelas empresas, de coletes a prova de bala para
seguranças e vigilantes, sem ônus
para os trabalhadores.
-
Projeto que obriga a divulgação
dos locais de pagamento das contas de consumo
às concessionárias de serviços
públicos, Embasa, Coelba, Telemar e Vivo
no verso das contas impressas.
-
Projeto para tornar obrigatório, na Bahia,
o ensino de História e Cultura Afrobrasileira
e Africana.
-
Projeto de lei autorizando o Executivo, através
da Secretaria da Educação, a instituir
programa de desenvolvimento de atividades de
pesquisa discente, sobre temas incorporados
ao projeto pedagógico das unidades escolares
do ensino médio.
-
Projeto autorizando o Poder Executivo a instituir
na administração pública
ações afirmativas em benefício
dos afrodescendentes.
-
Projeto estabelecendo reserva de 20% das vagas
em concursos públicos para portadores
de deficiência.
-
Projeto, em parceria com o deputado Waldenor
Pereira, instituindo uma Política Estadual
de Esporte e Lazer.
-
Emiliano apóia o Governo Lula, a reeleição
do presidente Lula, Jaques Wagner para governador,
mais verbas para: Bolsa-Família, para
o Pronaf (agricultura familiar), Luz para Todos,
Pro Uni, Farmácia Popular; universidade
pública, gratuita e de qualidade, cotas
nas universidades e nos concursos públicos
para negros, índios e pobres.
-
Emiliano combate o sucateamento da EBDA, os
baixos salários do funcionalismo público,
a quadrilha que grampeou telefones de adversários
políticos, o esquecimento pelo Estado
da população contaminada pelo
chumbo em Santo Amaro da Purificação,
a falta de transparência nos gastos do
governo estadual, a corrupção
nas prefeituras.
Emiliano
é pré-candidato a deputado federal
Com
representações de 33 cidades, incluindo
Salvador, o Conselho Político do mandato
do deputado estadual Emiliano José (PT)
se reuniu no auditório da Escola de Administração
da UFBA, em 3 de novembro de 2005. O ministro
Waldir Pires, da Controladoria-Geral da União
convocou a militância à campanha
para reeleição do presidente Lula,
para a batalha na Bahia com Jaques Wagner e para
a futura campanha a deputado federal de Emiliano
José. “Na caminhada pela construção
da democracia brasileira eu estarei com vocês,
sempre, eu e Yolanda”, afirmou emocionado
o ministro para uma atenta platéia.
A vice-presidente nacional da UNE, Louise Caroline,
passou o dia reunida em Salvador com 120 jovens
do PT, de 41 municípios baianos. Eles apoiaram
a pré-candidatura de Emiliano José
a deputado federal e se reuniram para unificar
o discurso em defesa da universidade pública,
gratuita e de qualidade, da política de
cotas para pobres e descendentes de negros e índios
e pela interiorização das universidades
federais e estaduais. Ao encontro, aberto com
uma exposição do deputado Emiliano
José, compareceram os pré-candidatos
a deputado estadual Vânia Galvão
(ex-vereadora de Salvador), Nelson Santos (ex-diretor
do Sindiquímica) e Osni Cardoso (Coordenador
Geral do DCE da UNEB). Também compareceram
vereadores de cidades do interior da Bahia, entre
eles, Betão (Conceição do
Coité), Ramilton (de Souto Soares), Dedeu
(Taperoá) e Juraci (Itanagra).
|